Suplementos para a saúde ocular: uso frequente e baixo conhecimento entre adultos, mais dois temas para o oftalmologista atento

Suplementos para a saúde ocular: uso frequente e baixo conhecimento entre adultos, mais dois temas para o oftalmologista atento

Panorama

A edição desta semana reúne três estudos com implicações distintas para a prática oftalmológica. O principal é uma pesquisa nacional conduzida na Polônia sobre o uso de suplementos alimentares para a saúde ocular, que revela um descompasso entre o consumo desses produtos e o conhecimento autodeclarado sobre nutrição e visão. Complementarmente, trazemos uma reflexão sobre a formação de profissionais de saúde em medicina sustentável baseada em evidências e um ensaio clínico randomizado que testou um simulador virtual para acelerar a adaptação ao exoscópio 3D — dispositivo de crescente interesse na visualização cirúrgica.

Estudo principal: consumo de suplementos para os olhos supera o conhecimento sobre o tema

Contexto e objetivo

A visão é um sentido central para atividades sociais e ocupacionais, e a Organização Mundial da Saúde estima que 2,2 bilhões de pessoas em todo o mundo apresentam algum grau de deficiência visual para perto ou para longe. O envelhecimento populacional, a maior adoção de tecnologias digitais e mudanças de estilo de vida contribuem para o aumento da carga de doenças oculares. Condições como degeneração macular relacionada à idade (DMRI), catarata, glaucoma e síndrome do olho seco são determinadas por múltiplos fatores — genéticos, ambientais e ligados ao estilo de vida — sendo a dieta um fator de risco modificável relevante.

Embora certos micronutrientes, como a vitamina A, sejam essenciais para a função visual normal, o estudo enfatiza que as evidências sobre a eficácia de suplementos alimentares e nutracêuticos na prevenção, retardo ou reversão de doenças oculares permanecem limitadas e inconsistentes. Segundo os autores, a eficácia dos nutracêuticos em oftalmologia é específica da condição e dependente do estágio, estando majoritariamente restrita à prevenção terciária da DMRI. Nesse ponto, os estudos AREDS e sua modificação AREDS2 demonstraram que formulações antioxidantes específicas podem reduzir o risco de progressão da DMRI intermediária para avançada em cerca de 25% em indivíduos de alto risco. A formulação AREDS2 atualmente recomendada inclui vitamina C, vitamina E, zinco, cobre, luteína e zeaxantina — o betacaroteno, presente na formulação original, foi removido devido à associação com maior risco de câncer de pulmão em fumantes.

O estudo também destaca que a luteína e a zeaxantina podem retardar a progressão da DMRI e da catarata, mas seu papel na prevenção permanece incerto, e que os ácidos graxos ômega-3 (DHA e EPA) podem apoiar a saúde retiniana e melhorar sintomas de olho seco por sua atividade anti-inflamatória e papel na estabilização do filme lacrimal.

O mercado polonês de suplementos alimentares expandiu-se rapidamente e é um dos segmentos mais dinâmicos do setor de consumo ligado à saúde: seu valor ultrapassou 7 bilhões de zlótis (1,6 bilhão de euros) em 2024, com previsão de crescimento continuado. Evidências nacionais recentes indicam que o uso de suplementos é altamente prevalente no país, com cerca de 39% dos adultos relatando uso regular e outros 31,5% uso ocasional em um período de três meses. Diante desse cenário e da ausência de dados nacionais sobre suplementos voltados especificamente à saúde ocular, os autores buscaram avaliar o conhecimento autodeclarado sobre dieta e visão e caracterizar o uso desses produtos.

Métodos

Trata-se de estudo transversal, baseado em questionário, conduzido entre 13 e 17 de março de 2026 em uma amostra nacional de adultos na Polônia. A coleta de dados usou o método de entrevistas web assistidas por computador (CAWI), com uma empresa de pesquisa de opinião pública contratada. Os participantes foram recrutados de um painel com mais de 100 mil indivíduos verificados, aplicando-se amostragem por cotas estratificada por sexo, idade e local de residência, alinhada às distribuições demográficas nacionais. Como 96% dos domicílios poloneses têm acesso à internet, a amostra foi considerada representativa da população adulta.

Os critérios de inclusão foram nacionalidade polonesa, idade igual ou superior a 18 anos e capacidade de completar o questionário em polonês. Ao todo, 1.090 questionários totalmente preenchidos foram incluídos na análise, sem respostas ausentes.

O questionário incluiu 16 questões sobre saúde ocular, uso de suplementos e comportamentos preventivos, desenvolvido a partir de revisão da literatura. O conhecimento autodeclarado sobre o impacto da dieta e do estilo de vida na visão foi medido por escala Likert de cinco pontos; para a análise, as respostas "bastante bom" e "muito bom" foram combinadas em uma categoria. O uso de suplementos ou preparações vitamínico-minerais destinados a apoiar a saúde ocular nos últimos 12 meses foi investigado, assim como as razões de uso (por questão de resposta múltipla) e os ingredientes consumidos. Um estudo piloto com 18 adultos, que responderam ao questionário duas vezes com intervalo de 7 dias, levou à revisão de quatro itens; os coeficientes Kappa para as questões críticas variaram de 0,64 a 0,92. Dois modelos de regressão logística foram construídos para identificar fatores associados ao conhecimento autodeclarado e ao uso de suplementos.

Resultados

O estudo incluiu 1.090 respondentes, 54,1% do sexo feminino, com o maior grupo etário composto por indivíduos com 60 anos ou mais (29,6%). A maioria tinha ensino médio (42,7%) ou superior (45,9%), era casada (53,8%) e ocupacionalmente ativa (61,5%). Entre os participantes, 69,3% usavam óculos ou lentes de contato e 35,4% tinham uma condição ocular diagnosticada por um médico.

O achado central é o descompasso entre conhecimento e comportamento: a maioria dos respondentes relatou conhecimento baixo ou moderado sobre o impacto da dieta e do estilo de vida na saúde ocular, e apenas 10,2% declararam conhecimento bom ou muito bom. Ainda assim, 27,9% relataram uso de suplementos alimentares para a saúde ocular. Mais da metade (59,1%) não usou nenhum suplemento desse tipo nos 12 meses anteriores, e entre os usuários a suplementação foi mais comumente relatada por períodos curtos (até 6 meses).

Entre os 304 usuários de suplementos, as razões mais frequentes foram decisões preventivas pessoais (38,8%), recomendação de um oftalmologista (28,0%) e presença de sintomas como olhos secos ou fadiga ocular (25,3%). Entre todos os 1.090 respondentes, os ingredientes mais relatados foram vitaminas antioxidantes (21,4%) e ácidos graxos ômega-3 (20,6%), seguidos de zinco (13,5%) e luteína ou zeaxantina (12,7%). As formulações multicomponentes dedicadas à saúde ocular foram relatadas por apenas 5,9%.

No modelo de regressão logística multivariável para conhecimento, o sexo feminino (aOR 1,51; IC95% 1,01–2,27) e a residência em cidades com menos de 20 mil habitantes (aOR 2,76) ou com 500 mil habitantes ou mais (aOR 3,01) associaram-se a maiores chances de relatar bom conhecimento sobre o impacto da dieta na visão. O desempenho explicativo do modelo foi modesto, como esperado em análises populacionais de desfechos comportamentais autodeclarados.

Quanto ao uso de suplementos, o modelo multivariável identificou como fatores significativamente associados a maiores chances de uso nos últimos 12 meses: status ocupacional ativo (aOR 1,91; IC95% 1,33–2,75), uso de óculos ou lentes de contato (aOR 1,76; IC95% 1,22–2,53) e histórico de condições oculares diagnosticadas por médico (aOR 3,25; IC95% 2,41–4,38). Em contraste, a faixa etária de 50 a 59 anos associou-se a menores chances de uso (aOR 0,60; IC95% 0,38–0,96).

A composição dos suplementos variou entre grupos sociodemográficos. Mulheres relataram mais frequentemente o uso de luteína ou zeaxantina e de ômega-3 do que os homens. O ômega-3 foi mais comum entre indivíduos de 30 a 39 anos e entre os de ensino superior. Indivíduos que usavam óculos ou lentes de contato e os com condição ocular diagnosticada tinham significativamente maior probabilidade de relatar o uso da maioria dos ingredientes.

Discussão e implicações clínicas

Os autores destacam que a suplementação é relativamente comum apesar da consciência limitada sobre recomendações baseadas em evidências. O uso pode ser influenciado pela experiência de sintomas oculares, por crenças pessoais e por influências externas, além de recomendações médicas. A observação de que indivíduos com condições oculares diagnosticadas tinham mais de três vezes mais chances de relatar uso sugere que a suplementação pode estar mais fortemente ligada a necessidades de saúde percebidas, experiência de sintomas ou interações prévias com serviços de saúde do que a ações preventivas derivadas apenas do conhecimento.

O padrão de uso por períodos curtos pode indicar que a suplementação é frequentemente adotada em resposta a sintomas transitórios, e não como estratégia preventiva de longo prazo. A prevalência de 27,9% observada é inferior às estimativas de 30–50% relatadas em países desenvolvidos, mas o estudo focou especificamente suplementos para saúde ocular.

Um ponto de destaque é que a luteína e a zeaxantina foram consumidas com menos frequência apesar das melhores evidências sobre seu impacto positivo na saúde ocular, enquanto vitaminas antioxidantes e ômega-3 — promovidos para benefícios gerais — foram os mais reportados. O baixo uso de formulações multicomponentes dedicadas sugere que os consumidores podem preferir produtos mais familiares ou amplamente comercializados em vez de formulações específicas para a indicação.

Os autores reforçam uma distinção fundamental: o papel fisiológico de micronutrientes na manutenção da função visual normal deve ser separado das evidências sobre suplementação para prevenção ou tratamento de doenças oculares. Embora AREDS e AREDS2 tenham demonstrado benefícios em desacelerar a progressão da DMRI intermediária em pacientes de alto risco, a evidência que sustenta a suplementação de rotina na população geral permanece limitada. Assim, defendem que suplementos para saúde ocular sejam usados de forma baseada em evidências e sob supervisão médica.

A associação entre uso de correção óptica e maior uso de suplementos pode refletir a crença de que a suplementação melhora a função visual ou condições refrativas — algo sem sustentação nas evidências atuais. Os autores alertam para as implicações caso essa crença seja transferida a crianças com erros refrativos, apontando esse grupo como alvo potencial de campanhas educativas. Também mencionam que a oftalmologia nutricional contemporânea enfatiza cada vez mais os padrões dietéticos globais em vez da suplementação isolada, com evidências sugerindo que a dieta mediterrânea pode influenciar positivamente a saúde da superfície ocular.

Limitações

O estudo tem limitações relacionadas ao desenho transversal: como conhecimento e uso foram autorrelatados, os achados podem ser afetados por viés de memória, viés de desejabilidade social e interpretação subjetiva do próprio conhecimento, não sendo possível estabelecer causalidade nem descartar causalidade reversa. A participação voluntária no painel online pode ter introduzido viés de seleção, embora a amostragem por cotas tenha buscado melhorar a representatividade. O método CAWI pode excluir indivíduos sem acesso à internet (menos de 4% dos domicílios) e sub-representar adultos com menor letramento digital, especialmente os mais idosos — grupo de maior risco de condições oftalmológicas crônicas. Os participantes foram questionados sobre apenas cinco ingredientes principais, e não foram coletados dados de dosagem ou verificação clínica precisa das condições oculares.

Conclusão dos autores

O uso de suplementos para saúde ocular foi relatado por parcela considerável dos respondentes, enquanto a maioria declarou conhecimento baixo ou moderado sobre o impacto da dieta na visão. Níveis mais altos de conhecimento foram mais frequentes entre mulheres e moradores de áreas urbanas. Os achados reforçam a necessidade de melhorar a educação pública sobre nutrição e saúde ocular e de um papel mais forte dos profissionais de saúde na orientação do uso apropriado e baseado em evidências.

Formação em medicina sustentável baseada em evidências

A segunda fonte aborda a educação de profissionais de saúde sobre medicina sustentável baseada em evidências. Com o reconhecimento crescente da necessidade de oferecer cuidados ambientalmente sustentáveis, análises que descrevem a pegada ambiental de atividades de saúde vêm informando decisões clínicas — e os autores argumentam que os profissionais precisam compreender a metodologia, a utilidade e os potenciais vieses desses estudos antes de mudar sua prática.

Uma "pegada de carbono" estima as emissões de gases de efeito estufa associadas a um produto, procedimento ou fluxo de cuidado. Os autores distinguem abordagens: os modelos baseados em atividade econômica ("input-output ambientalmente estendidos") convertem custos em emissões estimadas — uma abordagem "de cima para baixo" que fornece estimativas grosseiras, mas imprecisas, podendo distorcer resultados. Uma abordagem mais acurada é a modelagem de emissões processo a processo, do berço ao túmulo ("de baixo para cima"), que mede todos os insumos de material e energia relevantes no ciclo de vida. Há ainda uma abordagem "híbrida".

Em todos os modelos, usam-se "pressupostos" e definem-se fronteiras sobre o que será incluído ou excluído, de modo que as estimativas podem variar significativamente conforme a metodologia. Um estudo citado (Kooistra et al.) encontrou uma diferença de quatro vezes nas estimativas ao usar métodos diferentes; mais importante, os "pontos críticos" que mais contribuem para as emissões totais — e que poderiam guiar ações de mitigação — variaram acentuadamente conforme a abordagem de modelagem. Os autores ponderam que, quando a pesquisa sugere que uma atividade pode ser omitida com segurança, modelar seu benefício ambiental é simples; mas quando uma atividade precisa ser substituída por outra, torna-se essencial uma modelagem mais acurada e comparável.

O texto observa que o General Medical Council (GMC) apoiou o currículo de Educação para Saúde Sustentável no Reino Unido e que o Greener NHS identificou modelos de cuidado clínico ambientalmente sustentáveis como prioridade. Os autores encorajam o treinamento em apreciação crítica da pesquisa em sustentabilidade e defendem uma abordagem multifacetada — integração ao ensino médico e à formação de residentes, apresentação de pesquisas em congressos (alguns com "prêmios verdes") e oportunidades de financiamento de órgãos como o National Institute for Health and Care Research, o UK Research and Innovation e o Wellcome Trust.

Simulador virtual acelera adaptação ao exoscópio 3D

A terceira fonte é um ensaio clínico randomizado sobre treinamento com simulador para o exoscópio 3D — dispositivo de visualização intraoperatória alternativo ao microscópio, com relevância direta para a microcirurgia. Os exoscópios já foram aplicados com sucesso em procedimentos neurocirúrgicos complexos, com desfechos semelhantes aos dos microscópios operatórios tradicionais; contudo, a transição das oculares do microscópio para uma tela tridimensional e a adaptação aos controles do exoscópio (por exemplo, o pedal que comanda o braço robótico) impõem desafios ergonômicos e perceptivos.

O estudo destaca que não havia simuladores virtuais para treinamento de exoscópio, sendo o treinamento realizado principalmente na sala cirúrgica durante casos reais — o que levanta preocupações éticas. Os autores desenvolveram o simulador ExoscopeTwin (versão 1.0), composto por software próprio, uma réplica funcional do pedal do exoscópio impressa em 3D e um mouse de computador padrão.

Métodos e resultados

Quarenta estudantes de medicina sem experiência cirúrgica prévia (27 mulheres, 13 homens, do 1º ao 3º ano) foram randomizados, em proporção 1:1, para 45 minutos de treinamento com o simulador ou para nenhum treinamento com simulador. A coleta ocorreu entre junho e agosto de 2025. Ambos os grupos então executaram uma tarefa microcirúrgica padronizada usando um exoscópio 3D real (Aesculap AEOS, BBraun), controlado por pedal. A tarefa exigia passar uma agulha com fio 8-0, em ordem definida, por seis minidiscos metálicos (0,5 cm de diâmetro) posicionados em diferentes profundidades e orientações em um modelo impresso em 3D, avaliando simultaneamente o controle da câmera do exoscópio e o desempenho microcirúrgico manual. Todos realizaram a tarefa três vezes em uma única sessão. Ambos os grupos receberam um vídeo instrucional e 15 minutos de treinamento com o exoscópio real antes da tarefa.

O grupo do simulador foi mais rápido: a duração mediana da tarefa melhorou de 11 min 23 s para 8 min 5 s no grupo do simulador, e de 16 min 59 s para 10 min 24 s no grupo controle, com diferença significativa a favor do grupo treinado (p = 0,0003). O grupo do simulador demonstrou controle superior do exoscópio, transitando entre os discos mais rápido (mediana 4 min 26 s vs. 5 min 17 s; p = 0,009) e entrando nos discos mais rápido (mediana 4 min 8 s vs. 8 min 1 s; p = 0,0006). O tamanho de efeito padronizado foi moderado (d de Cohen = 0,56), e uma análise de bootstrap (1000 reamostragens) mostrou que 98,9% das iterações favoreceram a intervenção.

Ambos os grupos melhoraram ao longo das tentativas, sugerindo curva de aprendizado rápida. Não houve diferença significativa entre os grupos no número de movimentos da câmera, no zoom, na visualização dos discos ou na centralização do alvo. O grupo do simulador derrubou a agulha com menos frequência (p = 0,035) e tirou ambos os instrumentos do campo de visão ideal com menos frequência (p = 0,018) que o controle. Os autores interpretam que o treinamento não reduziu a quantidade de ajustes de câmera, mas melhorou sua qualidade — cada movimento provavelmente foi mais proposital e espacialmente acurado.

Relevância para a oftalmologia

O ponto de maior interesse oftalmológico é a comparação com simuladores já estabelecidos em cirurgia ocular. Segundo os autores, entre os simuladores cirúrgicos virtuais, o EyeSi — desenvolvido para cirurgia intraocular — é o que mais se assemelha ao ExoscopeTwin, pois emprega um mecanismo de pedal quase similar ao usado para controlar o exoscópio AEOS. O texto registra que o EyeSi demonstrou melhorar habilidades técnicas, proficiência procedimental e conhecimento teórico no treinamento de catarata, vitreorretina e exame de fundo de olho.

Limitações

Os autores reconhecem que não avaliaram o acúmulo de habilidades a longo prazo e que todas as tarefas ocorreram em ambiente laboratorial controlado com novatos — estudantes sem experiência prévia em cirurgia, microcirurgia ou exoscópio —, de modo que os efeitos representam o processo de aprendizado de iniciantes e não podem ser extrapolados diretamente a residentes ou neurocirurgiões experientes. O simulador poderia ser refinado para imitar melhor as condições cirúrgicas reais, foi baseado em tela 2D, e o pesquisador que treinou os estudantes não foi cego à alocação, embora a análise dos vídeos tenha sido feita por avaliador cego. Estudos maiores e envolvendo neurocirurgiões são necessários para confirmar os achados.

Fontes

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